Momento #repeatmode no blog.
Nem é preciso dizer que o Toxa, o Denis, o Dudú (quando não some por causa da namorada) e o agora o Guty mandam muito melhor do que eu na arte de escolher trilhas sonoras, né?
(o link do #repeatmode está nos favoritos do blog, aqui ao lado)
Pois é exatamente por isso que não me arrisco.
Tá certo que o Nice, que não gosta de Phil Collins, reclamou duma trilha sonora que fiz com louvas ao inglesinho calvo…
Não faz mal.
Hoje há o #repeatmode para arriscar por mim.
Eu, no alto da minha ignorância musical, concordo que há gosto pra tudo, não discuto as preferências de ninguém…
… mas me arrisco a dizer que não gostar de Rolling Stones é quase impossível.
Ninguém – repito, ninguém – fica 42 anos no topo à toa.
Tá, o Mick Jagger não tem cadeira, rebola que nem uma franga e sai comendo modelos-e-atrizes de países subdesenvolvidos; o Keith Richards já bebeu, fumou, cheirou e injetou (e sabe-se lá mais o quê) todo tipo de substância ilícita existente na face da Terra; o Ronnie Wood é viciado em crack, algo inconcebível pra alguém que tem a grana que ele tem, além de ser parecido tanto com o Keith Richards quanto com o Rod Stewart, com quem também tocou faz tempo; e o Charlie Watts… bem, o Charlie Watts é um gentleman, apesar de não necessariamente ser politicamente correto o tempo todo…
E daí?
A banda é simplesmente sensacional.
É um dos meus maiores gaps em termos de shows – espero que possa vê-los antes da banda acabar ou algum deles morrer…
E alegra a segunda-feira de quem passar pelo blog (e não tiver o youtube bloqueado no trampo)…
Tumbling Dice é a música, tava com ela na cabeça após ouvir, depois de muito tempo, a trilha sonora do documentário dirigido pelo Martin Scorcese sobre a banda, Shine a Light. Não achei a versão do filme, mas esta também está ótima.
Não é nem de longe nem a música mais famosa nem a mais bonita dos Rolling Stones.
Mas é a prova de que a banda tem música boa pra caralho.
Boa segunda-feira pós-feriado a todos.
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